MAS AFINAL, O QUE É MEDIAÇÃO?

A mediação é um método alternativo de resolução de conflitos que conta com uma pessoa neutra – o Mediador – que tem o compromisso de ouvir as histórias de todos envolvidos, com o objetivo de facilitar o diálogo e buscar soluções para que os conflitos sejam resolvidos da melhor maneira para todos. Quando optamos por levar nosso conflito para um Mediador, estamos contando com a ajuda de alguém imparcial, que vai facilitar nossa conversa e cuidar das nossas necessidades sem dar sua opinião, julgar ou resolver nada por nós. Por isso, esta nova abordagem é indicada para aqueles que estão abertos a se auto-conhecer, a cuidar das suas relações e a transformar suas realidades. É um novo caminho para quem quer lidar com suas diferenças de uma forma acolhedora, responsável e humana.

OS PRINCÍPIOS DA MEDIAÇÃO

A mediação segue alguns princípios que devem ser seguidos com responsabilidade e comprometimento:

 

 

Principios

O CONFLITO É BOM OU RUIM?

A gente vive em um mundo que tende a evitar o conflito. Parece que quem está em conflito é uma pessoa com problemas, que não sabe lidar com as diferenças e resolver suas questões. Bobagem. Sem conflito não existiria a vida. Viver é um dilema entre ficar na nossa zona de conforto ou evoluir. O conflito esta sempre presente em todas as nossas relações. O fato é que vivemos cercados de conflitos e precisamos sim lidar com eles. Mas, como identificar um conflito?

OS SINTOMAS DE UM CONFLITO

Existem alguns sintomas que ajudam a gente saber se temos um problema ou um conflito:

A gente se sente sozinho

Parece que ninguém nos entende. O que está acontecendo com a gente? Todos ficaram surdos e começam a dar conselhos inúteis. Ninguém percebe o que a gente está vendo e sentindo.

A gente se sente melhor do que todo mundo

Para combater o sentimento de solidão e se preparar para a briga, a gente acaba se achando melhor do que os outros. É um mecanismo de defesa para aguentarmos a pressão e os ataques que julgamos sofrer.

A gente perde a noção do tempo e do espaço

Quando alguém pede pra gente contar sobre o conflito, falamos como se estivesse acontecendo agora ou num passado muito recente. É porque marca tanto a nossa vida, que parece que estamos em um lugar apertado, num tempo que nunca passa. A mágoa, a tristeza e a decepção, confundem o nosso relógio do coração.

A gente cria rótulos e fala de forma desrespeitosa do outro

Dependendo da intensidade da relação com a outra pessoa, começamos a colocar rótulos, apelidos, ou a dizer coisas ruins como: “eu sabia”; “fulano é assim”; “não dá pra confiar”. Isso acaba influenciando as relações, criando distâncias e gerando muito mal-estar.

A gente fica com a memória seletiva

Quando estamos numa situação de conflito, do que a gente costuma se lembrar?
Quase sempre do mal que nos fizeram e quase nunca do que fizemos de errado.
E acabamos esquecendo da nossa responsabilidade.

OS MEDIADORES

O mediador é guardião deste espaço do sentir. É um profissional treinado para ajudar você a resolver seu conflito:

“A diferença nos torna indispensáveis”

Renato Zurlini

Criador do Dialoguismo, Terapeuta, Mediador Transformativo Reflexivo, Facilitador de Processos Circulares e Hipnoterapeuta, graduado em Administração de Empresas com ênfase em Recursos Humanos, Especialista em Publicidade, Direção de Arte e Comunicação em Mídias Digitais pela ESPM, acumula 25 anos de experiência na área de administração de empresas e mais de 15 anos no planejamento e criação de campanhas para empresas como Fiat, Kellog’s, BankBoston, Sagatiba, Razzo, Águas Petrópolis Paulista, Delta AirLines, Trifil, CVV, Bayard, 100% Eventos, Inovalli, Shimano entre outras.

Tania Savaget

Mediadora Transformativa Reflexiva, facilitadora de processos de inovação e liderança com foco na antroposofia, formada pela Lumo, graduada em Comunicação Social pela PUC-RJ e pós-graduada em Sociopsicologia pela FESP-SP. Possui mais de 20 anos de experiência na construção e gestão de marcas e culturas corporativas para empresas como Coca-Cola, Natura, Cosan, Machado Meyer entre outras.

Claudia Wagner

Mediadora Transformativa Reflexiva, com mais de 25 anos atuando como consultora interna em grandes empresas multinacionais e nacionais de diversos segmentos, além de renomados escritórios de advocacia em São Paulo. Gestão dos departamentos jurídicos da empresa abrangendo todas as áreas relacionadas a gestão de pessoas. Experiência adicional no gerenciamento de assuntos corporativos e regulatórios e recursos humanos.

Michel Rosenthal Wagner

Mediador de Conflitos transformativo, consultor socioambiental e vizinhança urbana, presidente da comissão de Direito Imobiliário, Urbanístico e de Vizinhança - OAB/SP - Subseção Pinheiros e Mestre em Direitos Difusos e Coletivos pela PUC-SP.

ONDE USAR

A mediação pode ser aplicada em inúmeros tipos de relações humanas:

Indivíduo

O Dialoguismo:
Fazer uma escolha não é fácil: é uma mistura de pensamentos, sentimentos, experiências, imaginação e caráter. Além disso, você tem que analisar e comparar escolhas e muitas vezes se perde por não conseguir combinar o melhor de cada uma delas. Para isso surgiu o Dialoguismo: uma fusão de técnicas de Mediação e métodos exclusivos, que vai ajudá-lo a encontrar novas visões e perspectivas para os seus conflitos do dia a dia, como: decisões profissionais, crises de idade, seu relacionamento, o propósito da vida, contexto familiar, crise de identidade, mudança de valores e tantos outros. Agende um diálogo e aprenda como lidar com estes conflitos da vida.

Pessoas e famílias

Conflito afetivo:
As relações familiares são permeadas de emoções conflitantes e desejos não atendidos. Isso gera frustração e todos, de alguma forma, tendem a responsabilizar o outro. O conflito afetivo é sempre doloroso, mas se você estiver disposto a mudar isso, nós vamos te ajudar! A mediação de conflitos é amplamente indicada para resolver diferenças afetivas: casais, filhos adolescentes, cuidado com os idosos, empresas familiares, amigos e etc., essas relações podem melhorar muito através da transformação que a Mediação Reflexiva proporciona. Vamos marcar um papo e transformar positivamente suas relações?

Empresas, grupos, associações, ESCOLAS, condomínios

Conflito em grupos:
Estamos sempre interagindo com outras pessoas: nas empresas, nas escolas, nas organizações profissionais, condomínios e tantos outros. Nestes ambientes, há inúmeros interesses e decisões a serem tomadas que devem agradar a todos e alcançar objetivos em comum. Estas relações são um terreno fértil para conflitos. Aqui no Primeiros Diálogos, nossa equipe de mediadores vê essas situações com enorme entusiasmo, pois podemos atuar de forma preventiva e construtiva para alcançar bons resultados ou ajudar a resolver conflitos já estabelecidos, aproveitando o melhor de cada indivíduo no grupo, eliminando impasses gerados pelas controvérsias. Estamos aqui para ajudar vocês. Chame nossa equipe de Mediadores e descubra como.

E MAIS:

O conflito virtual, negociação de contratos, atletas profissionais, medicina, bullying, phubbing, separações, sinistros em seguros, relações de trabalho e onde houver relações humanas.

COMO FUNCIONA – O PASSO A PASSO DA MEDIAÇÃO

Os processos de mediação podem ter de 6 a 10 encontros de uma hora e meia. Eles acontecem com os clientes, que podem ser duas ou mais pessoas, e os Mediadores.
Quem dá o ritmo dos encontros são os protagonistas, de acordo com o seu momento, disponibilidade e abertura para o processo. Veja abaixo como funciona:

A primeira etapa – a pré-mediação

O primeiro encontro é um bate papo e um entendimento sobre como a mediação é feita, seus objetivos e benefícios. Também o momento de entender as suas inquietudes e angústias. A mediação e o diálogo tem metodologias próprias bem desenvolvidas.

A segunda etapa – o relato das histórias

Na segunda etapa, os protagonistas contam a sua visão do conflito. O papel do mediador é cuidar para que todos tenham a mesma oportunidade e que consigam conversar de forma respeitosa. Os mediadores fazem perguntas que ajudam a esclarecer as histórias e trazer reflexão, autoconhecimento e ampliação do tema. O cliente também pode optar por ter sessões individuais sem ter que estar presente com o outro mediado.

A terceira etapa – a construção da agenda

Com ferramentas para facilitar o diálogo, nesta etapa da mediação, os clientes conseguem ir além das suas posições e interesses pessoais e trazem suas reais necessidades. Mesmo encontrando divergências, teremos pontos em comum, listamos em conjunto uma relação de compromissos, definimos prioridades e os deveres de cada um.

A quarta etapa – Fechamento da mediação

E chega a última etapa. Experimentamos uma transformação das pessoas e suas relações. Aqui o cliente está mais apto a ouvir, ponderar e menos angustiado. Independentemente de se chegar ou não a um acordo, os laços de afeto foram fortalecidos. Nesse momento, os Mediadores apresentam todo o relato do processo e um documento que traz as decisões que foram tomadas e os compromissos que foram acordados.